Acusados por morte de jogador Daniel podem ir a júri popular

Pedido do Ministério Público foi apresentado à Justiça

O Ministério Público do Paraná apresentou as alegações finais da investigação da morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, morto em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, há um ano. O pedido da promotoria é que os sete suspeitos de envolvimento no caso vão a júri popular. 

O empresário Edison Brittes Júnior, assassino confesso, permanece detido na Casa da Custódia de São José dos Pinhais. Ele denuncia que o jogador teria tentado estuprar a mulher dele, Cristiana Brittes. 

Acusações - Allana Brittes, filha de Edison e Cristiana, deve responder pelos crimes de fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo. Cristiana foi denunciada pela promotoria pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso de processo.

O assassino confesso, Edison Brittes Junior é suspeito das práticas de homicídio triplamente qualificado - por motivo torpe, meio cruel e recurso que dificulte ou impeça a defesa da vítima -, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo.

Relembre o caso - O corpo de Daniel foi encontrado perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão, com o órgão sexual mutilado. O jogador foi convidado para a festa de aniversário de 18 anos de Allana Brittes, em uma boate. Posteriormente, Daniel e um grupo de pessoas foram para a casa da jovem continuar a comemoração. A suspeita é de que Daniel tenha saído do local vivo após ser agredido por Edison e outras pessoas. 

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